A promotora de vendas Luciana Aparecida do Rego, de Apucarana (PR), esperou cinco décadas para ter o nome do pai na certidão. Registrada apenas pela mãe, ela enfrentou a recusa de reconhecimento de paternidade.
A promotora de vendas Luciana Aparecida do Rego, de Apucarana (PR), esperou cinco décadas para ter o nome do pai na certidão. Registrada apenas pela mãe, ela enfrentou a recusa de reconhecimento de paternidade.

A promotora de vendas Luciana Aparecida do Rego, de Apucarana (PR), esperou cinco décadas para ter o nome do pai na certidão. Registrada apenas pela mãe, ela enfrentou a recusa de reconhecimento de paternidade.