Karina Santana passou mais de uma década ensinando inglês em escolas bilíngues de elite de São Paulo. Todos os dias, atravessava uma cidade marcada pela desigualdade e por uma pergunta que a acompanhava desde o início da carreira: por que tão poucas pessoas parecidas com ela tinham acesso ao inglês?
Negra, periférica e filha de uma ex-faxineira que ingressou na universidade por meio da Educafro e
Karina Santana passou mais de uma década ensinando inglês em escolas bilíngues de elite de São Paulo. Todos os dias, atravessava uma cidade marcada pela desigualdade e por uma pergunta que a acompanhava desde o início da carreira: por que tão poucas pessoas parecidas com ela tinham acesso ao inglês?
Negra, periférica e filha de uma ex-faxineira que ingressou na universidade por meio da Educafro e