Ganha espaço no debate a ideia de fazer um ajuste fiscal robusto, de 2,5% a 3% do PIB (Produto Interno Bruto), e depois, com a credibilidade restabelecida, elevar a meta de inflação para perto de 4%. A lógica é que dívida alta com meta baixa exige juro real alto por mais tempo, o que potencializa a despesa financeira e a pressão sobre a dívida.
Ganha espaço no debate a ideia de fazer um ajuste fiscal robusto, de 2,5% a 3% do PIB (Produto Interno Bruto), e depois, com a credibilidade restabelecida, elevar a meta de inflação para perto de 4%. A lógica é que dívida alta com meta baixa exige juro real alto por mais tempo, o que potencializa a despesa financeira e a pressão sobre a dívida.