Arquivo Pessoal
Durante 11 anos, Fernanda Fabris fez exames, seguiu tratamentos e ouviu de sucessivos médicos que a gravidez não vinha por causa da ansiedade. No intervalo, atravessou três depressões e a pergunta que a perseguia em cada reunião de família: cadê o bebê. Hoje, aos 39, ela é mãe de seis —nenhum gerado por ela, todos chegados pela adoção, a maioria numa idade que quase ninguém escolhe
Arquivo Pessoal
Durante 11 anos, Fernanda Fabris fez exames, seguiu tratamentos e ouviu de sucessivos médicos que a gravidez não vinha por causa da ansiedade. No intervalo, atravessou três depressões e a pergunta que a perseguia em cada reunião de família: cadê o bebê. Hoje, aos 39, ela é mãe de seis —nenhum gerado por ela, todos chegados pela adoção, a maioria numa idade que quase ninguém escolhe