A jurista Leila Linhares Barsted, que coordenou a redação da lei em 2002, destaca que a Lei Maria da Penha avançou na proteção, mas não alterou a cultura machista. Um consórcio feminista propõe nova legislação para abranger violências institucional, obstétrica e digital.
A jurista Leila Linhares Barsted, que coordenou a redação da lei em 2002, destaca que a Lei Maria da Penha avançou na proteção, mas não alterou a cultura machista. Um consórcio feminista propõe nova legislação para abranger violências institucional, obstétrica e digital.