A Justiça de São Paulo mandou hoje prender o policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, morto com um tiro à queima-roupa em um hotel na Vila Mariana, zona sul da capital, em novembro de 2024.
A Justiça de São Paulo mandou hoje prender o policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, morto com um tiro à queima-roupa em um hotel na Vila Mariana, zona sul da capital, em novembro de 2024.