Marco Aurélio Cardenas Acosta foi morto em 2024 por policiais militares em São Paulo
Reprodução/TV Globo
A Justiça de São Paulo decretou nesta sexta-feira (31) a prisão preventiva do policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, morto com um tiro à queima-roupa durante uma abordagem policial na Vila Mariana, Zona Sul da cap
Marco Aurélio Cardenas Acosta foi morto em 2024 por policiais militares em São Paulo
Reprodução/TV Globo
A Justiça de São Paulo decretou nesta sexta-feira (31) a prisão preventiva do policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, morto com um tiro à queima-roupa durante uma abordagem policial na Vila Mariana, Zona Sul da cap